Amazon Alexa
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| Alexa | |
|---|---|
| Desenvolvedor | Amazon |
| Lançamento inicial | 6 de novembro de 2014 (11 anos) |
| Sistema operacional | iOS 14.0 ou posterior[1][2] Android 8.0 ou posterior[3][2] Fire OS 7.0 ou posterior[2] |
| Plataforma | iOS Android Amazon Echo Fire OS Linux Windows |
| Tamanho | 404 MB (iOS)[1] 56 MB (Android)[3] |
| Disponível em | Alemão, Árabe, Espanhol, Francês, Hindi, Inglês, Italiano, Japonês e Português.[4] |
| Website | alexa |
A Amazon Alexa, também conhecida como Alexa, é uma assistente virtual desenvolvida pela Amazon, utilizada pela primeira vez como sistema embarcado nos alto-falantes inteligentes Amazon Echo criados pelo Amazon Lab126. Ela é capaz de interagir com voz, reproduzir música, fazer listas de afazeres, definir alarmes, transmitir podcasts, reproduzir audiolivros e fornecer informações sobre o tempo, trânsito, esportes e outras informações em tempo real, como notícias, além de controlar sistemas e aparelhos inteligentes e conectados.[5] O software também está disponível para aparelhos celulares e computadores.
Os usuários são capazes de ampliar as capacidades do Alexa instalando "habilidades" (funcionalidade adicional desenvolvida por fornecedores terceirizados, em outras configurações mais comumente chamadas de aplicativos), tais como programas meteorológicos e recursos de áudio.
Em novembro de 2018, a Amazon tinha mais de 10.000 funcionários trabalhando no Alexa e produtos relacionados.[6] Em janeiro de 2019, a equipe de dispositivos da Amazon anunciou que havia vendido mais de 100 milhões de dispositivos habilitados para o Alexa.[6]
Em 2025, a Amazon anunciou a Alexa+, uma nova geração da assistente baseada em inteligência artificial generativa.
História
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Em novembro de 2014, a Amazon anunciou a Alexa junto com o aparelho Amazon Echo.[7][8]
O nome Alexa vem de Alexandria, local que na época abrigava "todo" conhecimento da humanidade. E também devido ao fato da consoante "x" ser fácil de ser detectada com alta precisão pelo aparelho.[9]
A história da Alexa é marcada por inovações tecnológicas e seu impacto significativo no mercado de assistentes de voz. Sua popularidade cresceu e rapidamente ela se tornou um dispositivo presente em milhões de lares ao redor do mundo, recebendo diferentes idiomas e regiões, incluindo o português do Brasil em 2019.[10]
Ao longo dos anos sua tecnologia evoluiu com ajuda do aprendizado de máquina e inteligência artificial, fornecendo respostas mais precisas e ampliando a variedade de recursos oferecidos aos seus usuários.
Em 2016 a Amazon introduziu o Echo Dot, uma versão mais compacta e acessível. Atualmente a Amazon comercializa diversos dispositivos embarcados com a Alexa, sendo que alguns deles foram descontinuados para dar lugar a novos modelos.
Além da linha Echo e Fire TV, também é possível utilizar a assistente virtual por um aplicativo disponibilizado para computadores com o sistema operacional Windows e para smartphones Android e iOS.[11]
Em fevereiro de 2025, a Amazon anunciou a Alexa+, uma nova geração da assistente virtual baseada em inteligência artificial generativa, com foco em conversas mais naturais, personalização e execução de tarefas em diferentes serviços e dispositivos.[12] A Associated Press descreveu a Alexa+ como uma versão com IA generativa da assistente, oferecida gratuitamente para assinantes Prime e por assinatura para não assinantes, segundo o anúncio da Amazon.[13]
Em junho de 2026, a Amazon anunciou a chegada da Alexa+ ao Brasil em programa de acesso antecipado, com expansão gradual para usuários convidados.[14]
Controvérsias
[editar | editar código]De acordo com fontes ligadas à empresa, funcionários da Amazon ouvem trechos das gravações de voz realizadas pela Alexa e encaminhadas para a nuvem. A posição oficial da empresa é de que ela emprega funcionários terceirizados e efetivos para ouvir pequenos trechos de gravações dos usuários. A ação de salvar trechos das gravações dos usuários, segundo ela, possibilita o aprimoramento dos recursos de aprendizado de máquina e o melhoramento do serviço.[15] A mesma alegação também é feita contra outras empresas de tecnologia.[16]
Em abril de 2022, em uma transmissão realizada pela Escola Superior do Ministério Público de São Paulo, representante de uma das fornecedoras de softwares de vigilância para o governo Brasileiro afirmou: “ora, para que eu acione e fale ‘Alexa, faça isso, faça aquilo, toque música’, ela ouve o que se passa naquele ambiente”, o que, segundo ele, possibilitaria que os aparelhos embarcados com este serviço se transformassem em uma solução de "escuta ativa". Na ocasião, ele também nomeou a ação de "investigação 360" a partir do uso de dispositivos de internet das coisas presentes nas residências dos utilizadores. A Amazon, por outro lado, ratifica que a Alexa só grava o que o usuário fala quando é dita a palavra de ativação.[17]
Ver também
[editar | editar código]Referências
- 1 2 «Amazon Alexa». App Store. Consultado em 9 de junho de 2023
- 1 2 3 «Alexa App OS and Software Version Compatibility». Amazon Customer Service (em inglês). Consultado em 9 de junho de 2023
- 1 2 «Amazon Alexa – Apps no Google Play». Google Play. Consultado em 9 de junho de 2023. Cópia arquivada em 15 de abril de 2026
- ↑ «Develop Skills in Multiple Languages | Alexa Skills Kit». Amazon (Alexa) (em inglês). Consultado em 9 de junho de 2023. Cópia arquivada em 16 de abril de 2026
- ↑ «Amazon lança caixa de som inteligente que responde a comandos de voz». O Globo. 6 de Novembro de 2014. Consultado em 18 de Agosto de 2017. Cópia arquivada em 19 de agosto de 2017
- 1 2 Al-Heeti, Abrar (4 de janeiro de 2019). «Amazon has sold more than 100 million Alexa devices». CNET (em inglês). CBS Interactive. Consultado em 5 de janeiro de 2019. Cópia arquivada em 21 de março de 2021
- ↑ Darrell Etherington (6 de Novembro de 2014). «Amazon Echo Is A $199 Connected Speaker Packing An Always-On Siri-Style Assistant» (em inglês). TechCrunch. Consultado em 18 de Agosto de 2017. Cópia arquivada em 19 de junho de 2026
- ↑ Silva, Rafael (6 de Novembro de 2014). «Amazon anuncia Echo, uma torre-assistente virtual para ajudar em casa». Tecnoblog. Consultado em 17 de Agosto de 2017. Cópia arquivada em 24 de setembro de 2021
- ↑ «Amazon engineers had one good reason and one geeky reason for choosing the name Alexa». Business Insider (em inglês). Cópia arquivada em 25 de maio de 2026
- ↑ Adán Gil, Marisa (3 de outubro de 2019). «Amazon lança assistente virtual Alexa em português». Época Negócios. Consultado em 11 de dezembro de 2024. Cópia arquivada em 23 de dezembro de 2025
- ↑ Barros, Vinicius (8 de maio de 2024). «Como usar a Amazon Alexa para PC: um guia completo». Panorama Tecnológico. Consultado em 11 de dezembro de 2024
- ↑ «Introducing Alexa+, the next generation of Alexa». About Amazon. 26 de fevereiro de 2025. Consultado em 12 de julho de 2026. Cópia arquivada em 3 de julho de 2026
- ↑ «Amazon's new AI-powered Alexa promises to be your 'best friend in a digital world' for a monthly fee». Associated Press. 26 de fevereiro de 2025. Consultado em 12 de julho de 2026. Cópia arquivada em 1 de março de 2026
- ↑ «Alexa+ arrives in Brazil as Amazon's next-generation AI assistant expands internationally». About Amazon. Consultado em 12 de julho de 2026. Cópia arquivada em 28 de maio de 2026
- ↑ «Amazon está ouvindo conversas entre usuários e Alexa, diz agência». Canaltech. 11 de abril de 2019. Consultado em 2 de julho de 2022. Cópia arquivada em 13 de outubro de 2025
- ↑ «Cuidado: seus dispositivos ouvem, gravam e arquivam o que você fala». Época Negócios. Consultado em 2 de julho de 2022
- ↑ Fern; DiasFern, o AmenoTatiana; Ameno, o; de 2022, Tatiana Dias18 de Abril; 10h00. «Alexa é 'solução de escuta ativa', diz vendedor de softwares de espionagem». The Intercept Brasil. Consultado em 2 de julho de 2022. Cópia arquivada em 7 de fevereiro de 2023